Todas as mudanças súbitas de humor/vontade e o desequilíbrio são culpa do meu mapa astral.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
De repente olho pra dentro de mim e a única coisa que enxergo é esse borrão de sentimentos que me cobre por inteiro. Não cabe a mim tentar apagá-lo. Eu nunca me acostumei a perder o controle sobre o que sentir, quando sentir ou como sentir, mas é nesse momento que me deparo com caminhos pelos quais nunca pensei que iria passar. Então eu começo a perceber que o que desejava não era o suficiente e que posso ir mais além. Por mais estranho e nebuloso que seja o caminho me arrisca e arriscar é completamente normal. Normal porque já me acostumei a fazer as coisas por impulso. Por mais que eu tente mudar, no final das contas eu sempre acabo voltando pro mesmo lugar. Aquela velha dor no peito não me deixa esquecer e, pra falar a verdade, nem sempre eu desejei curá-la. Não faz sentido, mas quem já sentiu entende.
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